Dentro de mim há tanto de ti... Só te queria arrancar. Porque esse teu sorriso... Esse teu olhar... Desarma-me.
E tonta, coro. Matar-me a mim é a matar-te a ti, e eu somente te quero apagar! Mas a borracha nunca chega á folha e permaneces aqui...
Desculpa se... não sou o que queres, nem tão pouco o que mereces... se não sou o que desejas, nem sequer o teu sonho...
Desculpa-me se... não sou a ideal, se choro, se fujo, se respiro por ti, se vivo para ti, se olho e se sorrio para ti.
Desculpa-me se, como agora, te ignoro quando me sinto frustrada, de mãos e pés atados.
Desculpa-me quando não atinjo a perfeição, quando estou longe de te alcançar, quando o sorriso é falso e saí torto,...
As recordações voam... Voaram-me ao pé e em curiosidade apanhei-as... Revi-as! Via-te lá triste. Não sabia que existias. Agora, que os tempos são outros, tudo mudou. Vejo-me triste... Lembro-me que existes. Vejo-te feliz. Não te lembras que existo!
- O que sou eu para ti? – pergunta-lhe ela.
- Tu? Nada! Pelo que esperavas? És o meu objecto. A que já me ensinou a sonhar, mas também a quem me ofereceu a dor. Não prestas! Desaparece! – Auto-tortura-se na respostas dele imaginadas.
Não te cria perder. És o meu resto de terra e céu. O que me tira os pés do chão, e o que em instantes seguidos mos põe assentes de novo.
Não te quero perder. Sem ti a minha nuvem cor-de-rosa deixaria de existir. O meu mundo já está a teus pés. E agora? Que mais queres?
Se quiseres eu vou… eu parto! Vou para bem longe e prometo, eu, prometo-te nunca mais voltar!... Se assim o quiseres…
Nunca me voltarás a encontrar! Já não nos vamos cruzar num beco escuro em que a temperatura sobe. Não te vou abandonar… Apenas vou embora!... Se o quiseres…
Antes de ir digo-te baixinho: “ – Gosto muito de ti. Jamais te esquecerei, e por hoje, faz de mim o que quiseres. Tem-me, deita-me fora, utiliza-me ou simplesmente deixa-te ficar quieto a olhar para mim. “
E tonta, coro. Matar-me a mim é a matar-te a ti, e eu somente te quero apagar! Mas a borracha nunca chega á folha e permaneces aqui...
Desculpa se... não sou o que queres, nem tão pouco o que mereces... se não sou o que desejas, nem sequer o teu sonho...
Desculpa-me se... não sou a ideal, se choro, se fujo, se respiro por ti, se vivo para ti, se olho e se sorrio para ti.
Desculpa-me se, como agora, te ignoro quando me sinto frustrada, de mãos e pés atados.
Desculpa-me quando não atinjo a perfeição, quando estou longe de te alcançar, quando o sorriso é falso e saí torto,...
As recordações voam... Voaram-me ao pé e em curiosidade apanhei-as... Revi-as! Via-te lá triste. Não sabia que existias. Agora, que os tempos são outros, tudo mudou. Vejo-me triste... Lembro-me que existes. Vejo-te feliz. Não te lembras que existo!
- O que sou eu para ti? – pergunta-lhe ela.
- Tu? Nada! Pelo que esperavas? És o meu objecto. A que já me ensinou a sonhar, mas também a quem me ofereceu a dor. Não prestas! Desaparece! – Auto-tortura-se na respostas dele imaginadas.
Não te cria perder. És o meu resto de terra e céu. O que me tira os pés do chão, e o que em instantes seguidos mos põe assentes de novo.
Não te quero perder. Sem ti a minha nuvem cor-de-rosa deixaria de existir. O meu mundo já está a teus pés. E agora? Que mais queres?
Se quiseres eu vou… eu parto! Vou para bem longe e prometo, eu, prometo-te nunca mais voltar!... Se assim o quiseres…
Nunca me voltarás a encontrar! Já não nos vamos cruzar num beco escuro em que a temperatura sobe. Não te vou abandonar… Apenas vou embora!... Se o quiseres…
Antes de ir digo-te baixinho: “ – Gosto muito de ti. Jamais te esquecerei, e por hoje, faz de mim o que quiseres. Tem-me, deita-me fora, utiliza-me ou simplesmente deixa-te ficar quieto a olhar para mim. “

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