Pensamentos Soltos
"Hoje eu te queria aqui, nem que fosse apenas por um momento
Hoje eu te subtraio de meus gestos tão precisos,
Eu olhei para o verde orvalhado e não descobri teu olhar me olhando,
eu senti a sombra que me perseguia e não reconheci a tua.
Tantas vozes tive escutei mais não ouvi o som da tua voz,
Tantas músicas tocaram no rádio e a tua não cantou,
Parei de olhar, parei de ouvir, parei de pensar,
e então me vejo tão vazia, sem palavras a destinguir a própria razão
Desenhei então resquias do meu pensamento e descrevi tua alma,
Tentei compreender minha vida, e retratei teu cotidiano,
Comecei a ver as coisas de outra forma, encontrei tua visão panorâmica,
Tentei desvendar meu futuro e revelou-me o teu presente,
Tentei desaparecer entre os papéis sob minha mesa,
percorrer as ruas indecifráveis de uma cidade qualquer,
e conheci então as avenidas do meu coração.
Andei pelos atalhos e sobrevivi,
Caminhei pela trajetoria toda que se resume minha vida,
e lá, na avenida principal, só não aparecia teu nome,
mais nos ´outdoores´ do meu coração,
estava as imagens de todos os nossos momentos.
Brindei com as lágrimas que escorreram sem pedir,
o doce sabor da lembrança e do viver,
e continei caminhando com a esperança gostosa que me ensinaste
- ser feliz, em todos os momentos... viver todas as estradas que se
estendem sob meu horizonte e saber o destino a que se quer chegar,
mesmo não sabendo o caminho e ir sorrindo,
olhando todas as paisagens de todos os angulos e
guardar todos os momentos até o infinito.
Assim, a saudade me levou ao pensamento de poder te ver,
de poder te ouvir no silencio do teu pensamento tão claro,
de poder ler as linhas que apenas pensaste em esvcrever,
olhar as paisagens que você imagina e junta-las as minhas
e saber, mais que doa o pretérito ainda não declarado,
que fui feliz neste caminho e continuo sendo por ter acreditado
em cada passo que dou neste sem fim de estradas..."
"Hoje eu te queria aqui, nem que fosse apenas por um momento
Hoje eu te subtraio de meus gestos tão precisos,
Eu olhei para o verde orvalhado e não descobri teu olhar me olhando,
eu senti a sombra que me perseguia e não reconheci a tua.
Tantas vozes tive escutei mais não ouvi o som da tua voz,
Tantas músicas tocaram no rádio e a tua não cantou,
Parei de olhar, parei de ouvir, parei de pensar,
e então me vejo tão vazia, sem palavras a destinguir a própria razão
Desenhei então resquias do meu pensamento e descrevi tua alma,
Tentei compreender minha vida, e retratei teu cotidiano,
Comecei a ver as coisas de outra forma, encontrei tua visão panorâmica,
Tentei desvendar meu futuro e revelou-me o teu presente,
Tentei desaparecer entre os papéis sob minha mesa,
percorrer as ruas indecifráveis de uma cidade qualquer,
e conheci então as avenidas do meu coração.
Andei pelos atalhos e sobrevivi,
Caminhei pela trajetoria toda que se resume minha vida,
e lá, na avenida principal, só não aparecia teu nome,
mais nos ´outdoores´ do meu coração,
estava as imagens de todos os nossos momentos.
Brindei com as lágrimas que escorreram sem pedir,
o doce sabor da lembrança e do viver,
e continei caminhando com a esperança gostosa que me ensinaste
- ser feliz, em todos os momentos... viver todas as estradas que se
estendem sob meu horizonte e saber o destino a que se quer chegar,
mesmo não sabendo o caminho e ir sorrindo,
olhando todas as paisagens de todos os angulos e
guardar todos os momentos até o infinito.
Assim, a saudade me levou ao pensamento de poder te ver,
de poder te ouvir no silencio do teu pensamento tão claro,
de poder ler as linhas que apenas pensaste em esvcrever,
olhar as paisagens que você imagina e junta-las as minhas
e saber, mais que doa o pretérito ainda não declarado,
que fui feliz neste caminho e continuo sendo por ter acreditado
em cada passo que dou neste sem fim de estradas..."

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