Nem sempre as palavras puderam suprir minha necessidade de sentir silenciosamente, assim como toda minha vida de palavras que falam por mim.
Nunca soube perguntar as questões instaladas no meu cotidiano, mesmo as pequenas curiosidades e assim, vivi sempre a procurar sozinha as respostas, nem sempre vitoriosa.
Jamais pude provar do amor de sorrisos infinitos, colhi apenas efemeridades e, a companhia constante da solidão. Alimentei sonhos colhendo ilusão, formulei teorias sobre relação sem jamais pô-las em prática, mais por falta de companhia do que por vontade, porém as vivi intensamente...
Passei a vida oferecendo amizade aos que se chegavam, brindando torcidas, secando tristezas, confortando nos ombros, entretanto, nunca conheci a recípocra verdadeira.
Silenciei a cada calunia que destruía a imagem que a vida toda construí em meio as amargas experiências, as sorrisos de soslaio, sem gritar, sem exigir explicações. Silenciarei até que as vozes se cansem de rir à mim... Não pela propagação dos meus feitos mas pelo falso puritanismo das pessoas.
Ainda assim, tentei e mesmo fracassei, desiludi e não quero ser lembrada pelos erros que abrem feridas, erros que sangram, erros de ferida exposta e sim, através dos erros (não importo que sejam erros afinal) que me fizeram crescer...
Hoje, já não espero muito de nada... aprendi o sabor da lágrima, senti o caminho que o sangue percorre após o ferimento, já enxergo no escuro da solidão, e embora a luz demore a aparecer, vou seguindo, como quem passa pela vida marcando não a historia, mas escrevendo nos muros do ser, as sensações que vou tento pelo caminho......
Nunca soube perguntar as questões instaladas no meu cotidiano, mesmo as pequenas curiosidades e assim, vivi sempre a procurar sozinha as respostas, nem sempre vitoriosa.
Jamais pude provar do amor de sorrisos infinitos, colhi apenas efemeridades e, a companhia constante da solidão. Alimentei sonhos colhendo ilusão, formulei teorias sobre relação sem jamais pô-las em prática, mais por falta de companhia do que por vontade, porém as vivi intensamente...
Passei a vida oferecendo amizade aos que se chegavam, brindando torcidas, secando tristezas, confortando nos ombros, entretanto, nunca conheci a recípocra verdadeira.
Silenciei a cada calunia que destruía a imagem que a vida toda construí em meio as amargas experiências, as sorrisos de soslaio, sem gritar, sem exigir explicações. Silenciarei até que as vozes se cansem de rir à mim... Não pela propagação dos meus feitos mas pelo falso puritanismo das pessoas.
Ainda assim, tentei e mesmo fracassei, desiludi e não quero ser lembrada pelos erros que abrem feridas, erros que sangram, erros de ferida exposta e sim, através dos erros (não importo que sejam erros afinal) que me fizeram crescer...
Hoje, já não espero muito de nada... aprendi o sabor da lágrima, senti o caminho que o sangue percorre após o ferimento, já enxergo no escuro da solidão, e embora a luz demore a aparecer, vou seguindo, como quem passa pela vida marcando não a historia, mas escrevendo nos muros do ser, as sensações que vou tento pelo caminho......

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