"Rasgou-me em sons estridentes
os surdos lapsos de memória
de desejos caminhantes de estrada,
Corri com os pés descalços nos
cacos de vidro feito diamantes
quando vi, no papel alvo do futuro
o sangue colorido do viver.
Morri a cor preta e fechei o verde nos olhos
sucumbi uma veste perdida e
ergui ¿me por meio as ruínas
Do que importa o passado já passado
se no passo seguinte o pe já calejado
não sente a surpresa do ataque
apenas o dolorido descolorido da ilusão
Acostumei deixar palavras no meu sangue
letrando os passos já idos
e puxando mesmo sem notar
a bobina que busca lacunas futuras
para escrever de novo, um rumo novo
Rumo de tantas direções e eu sigo
de olhos fechados, apenas sentindo
A vida e as cores que
desenho através das sensações..."
os surdos lapsos de memória
de desejos caminhantes de estrada,
Corri com os pés descalços nos
cacos de vidro feito diamantes
quando vi, no papel alvo do futuro
o sangue colorido do viver.
Morri a cor preta e fechei o verde nos olhos
sucumbi uma veste perdida e
ergui ¿me por meio as ruínas
Do que importa o passado já passado
se no passo seguinte o pe já calejado
não sente a surpresa do ataque
apenas o dolorido descolorido da ilusão
Acostumei deixar palavras no meu sangue
letrando os passos já idos
e puxando mesmo sem notar
a bobina que busca lacunas futuras
para escrever de novo, um rumo novo
Rumo de tantas direções e eu sigo
de olhos fechados, apenas sentindo
A vida e as cores que
desenho através das sensações..."

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