Wednesday, August 16, 2006

Fase - Mágoa Calada

"A vida as vezes pode ser ironica demais, nos faz tropeçar em nossos próprios passos e mesmo assim, devemos pedir desculpas ao acaso de nós termos atrapalhado o andamento certo da vida... ou será que, calamos e aceitamos para não reivindicar o que de fato, nos cabe nesta hipocrisia de viver??
Apenas vou fechar os olhos para tudo aquilo que me maltrada, e assim regenerar minha força, minha constancia para frentar mais, até a mágoa amenizar e sofrer com dura verdade, de não ter outra escolha a não ser, tentar superar a erva daninha...
Mais fecho os olhos e sinto,
toda a aquela brisa de esperaça contra a face,
e minha alma ve, aquilo que os olhos se negam,
meu corpo se aquieta na alma inquieta de estrapolias,
meu desejo, ter vc aqui e sentir sua força,
seu sorriso e seu toque mágico então
Fecho os olhos e te sinto,
sinto a esperança brotar...
Pensamentos que soltam-se ao vento e levam/trazem pensamentos, reflexões, e acima de tudo, uma infinidade de sentimentos compartilhados...
"Este é o princiopio de uma nova fase em que se encontra minha vida, não sei de verdade quando deu seu inicio, imagine então saber quando terminara?
É incrível o quanto o mundo me assusta e eu não sei gritar, não tenho uma mão sobre a minha e nem tão menos um ombro a me abrigar... Melodrama??? Talvez pareça, mais minha realidade mais parece cômica do que real, embora seja e eu sinta isso com uma dor que cala ao mundo e clama, na escuridão que habita minha alma....
Este espaço será o rascunho do que surge na minha alma, dentro da mente, sem lugar pra hipocrisia que sinto existir nas relações do dia a dia, riscos, rabiscos, pensamentos, poemas com quais estarei identificando no exato momento de dor, alegria, duvida quanto ao meu futuro que vai se desenhando sem meu controle. Já se imaginou vivendo sem ter as rédeas de sua pr'órpria vida? Pois é, dessa maneira pareço viver meus dias nesta vida....rs
E, acima de tudo, saber que sou mais do que pareço aos outros e menos do que depositam em mim uma confiança extremada, não saberei qual caminho vai de encontro com meu destino apenas sei que, para vencer, terei que viver, lutar, conquistar e pensar...embora, pense que uma lágrima cala na limiar da menina dos meus olhos, verdes - refletem a esperança que busco e não consigo abraça-la...
Enfim, este rabisco já ficou por demais meloframático, guardo um pouco das lágrimas para o cotidiano que aqui começa a ser rabiscado..."
Pensamentos Soltos

"Hoje eu te queria aqui, nem que fosse apenas por um momento
Hoje eu te subtraio de meus gestos tão precisos,
Eu olhei para o verde orvalhado e não descobri teu olhar me olhando,
eu senti a sombra que me perseguia e não reconheci a tua.
Tantas vozes tive escutei mais não ouvi o som da tua voz,
Tantas músicas tocaram no rádio e a tua não cantou,
Parei de olhar, parei de ouvir, parei de pensar,
e então me vejo tão vazia, sem palavras a destinguir a própria razão
Desenhei então resquias do meu pensamento e descrevi tua alma,
Tentei compreender minha vida, e retratei teu cotidiano,
Comecei a ver as coisas de outra forma, encontrei tua visão panorâmica,
Tentei desvendar meu futuro e revelou-me o teu presente,
Tentei desaparecer entre os papéis sob minha mesa,
percorrer as ruas indecifráveis de uma cidade qualquer,
e conheci então as avenidas do meu coração.
Andei pelos atalhos e sobrevivi,
Caminhei pela trajetoria toda que se resume minha vida,
e lá, na avenida principal, só não aparecia teu nome,
mais nos ´outdoores´ do meu coração,
estava as imagens de todos os nossos momentos.
Brindei com as lágrimas que escorreram sem pedir,
o doce sabor da lembrança e do viver,
e continei caminhando com a esperança gostosa que me ensinaste
- ser feliz, em todos os momentos... viver todas as estradas que se
estendem sob meu horizonte e saber o destino a que se quer chegar,
mesmo não sabendo o caminho e ir sorrindo,
olhando todas as paisagens de todos os angulos e
guardar todos os momentos até o infinito.
Assim, a saudade me levou ao pensamento de poder te ver,
de poder te ouvir no silencio do teu pensamento tão claro,
de poder ler as linhas que apenas pensaste em esvcrever,
olhar as paisagens que você imagina e junta-las as minhas
e saber, mais que doa o pretérito ainda não declarado,
que fui feliz neste caminho e continuo sendo por ter acreditado
em cada passo que dou neste sem fim de estradas..."
"Após a correria de um dia louco,
me pego cabisbaixao
me sinto sem paciência,
me sinto tão cotidiaoa....
Então caminho pela estrada tão conhecida,
tão rotineira que me entristece ainda mais.
Então ergo a cabeça e meus olhos se deparam
com o espetáculo que mais admiro,
que parece mover pensamentos,
que incita meu olhar ludico,
meu sorriso pelo doce saber da contemplação,
Vejo o espetáculo do entardecer de forma diferente,
parece fazer parte de mim, ou parte daquilo que me alegra...
As imagens que me remetem, e identifico, ora nomeando,
ora pensando, imaginando cada verso que esconde.
As cores - exuberantes, magnificas
cores fortes deixadas pelo sol misturando-se as
melancolicas trazidas pela noite que vem chegando,
vem trazendo um luar para iluminar meu passos.
E no final do dia, o entardecer me faz ganhar o dia,
vou na roda do caminho com um sorriso,
deixo pra trás toda a carga do dia e,
vou flutuando na leveza do céu,
brincando com cada imagem,
me vestindo com as cores vivas do entardecer,
vou sorrindo, de encontro com meu momento mais precioso,
e encontro de mim e meu eu ludico !"
"Neste caminho em que começo a dar meus passos,
tanto tenho para agradecer,
as palavras que recebi, cheias de afeto,
fazem sorrir minha alma...
Obrigado...
"Chega em mim os sons mais desconcertantes e ao mesmo tempo
os sons que sinto tocar o fundo da minha alma, calejada sim mais
aspirando por emoções, pela força que ainda sei habitar em mim...
Estes sons que ouço tocar minha alma,
vai transformando meu viver,
vai mudando a face triste ao entreabrir de um sorriso timido,
vai enlaçando a esperança em cada brisa que toca,
ve o mundo, com cada olhar que me ve, e olho pra mim
analoga, sentindo a metafísica do viver a cada dia,
os sons da vida ecoando dentro de mim,
meu sangue palpita e eu me ponho a sorrir,
por tudo e por nada que existe ao redor de mim
no encontro de mim mesma..."
"não sei que palavras podem expressar o silencio que sinto,
talvez uma simples reticências... ou uma simples ausência de palavras...
Talvez não note meu olhar cálido,
nem minhas palavras que te incitam,
imagine se iria pensar o que tanto meu silencio clama..."
"Fico aqui, distante do pensamento concreto para alcança-lo
em segundo abstrato, o fio de teu pensamento
Leve... Solto... Prazeiroso... Maroto...
E sorriso, como há muito não se via em face minha
e fico a pensar, neste vai e vem, de encontro com a liberdade
de um voo que não alço, que não ouso...
tentando tatear se por algum instante, vago eu pelo teu pensamento...
Fico eu a pensar, vivendo nas asas de uma borboleta que sobrevoa
minha brincadeira de criança - que acredita no voo apenas
porque sente o vento contra a face...
a face ofertada ao destino para o tapa ou para teus beijos...
mais enquanto isso, fico aqui neste vai e vem
minha liberdade de instantes e sem mais,
caminhando sobre as linhas que oferto ao sutileza
da imaginação no ímpeto do voo..."
Sem Fase

"O frio que bate em minha janela e chega a tocar minha face,
Arrepia-se todo meu pensamento,como gostaria de te-lo solto,
de te-lo livre e rodopiando sem mistérios,
O uivo do vento, liberto mundo aos quatro cantos do céu
Meu grito interno calado, sem um gemido dentro da alma,
apenas a dor de saber que sabia do destino,
sabia da porta que se fecharia assim que eu passasse e
mesmo assim, desejei passar e viver intensamente cada momento,
mas mais cedo do que esperava, a porta sem ranger se fechou,
não senti a dor momentânea porque sabia que se fecharia
Hoje estou aqui, e todas as portas que vejo, sorrio de melancolia
porque tua porta - destino certo do fim, foi por isso mesmo
a que mais desejei, a que mais amei e a que me mais fez crescer....
A você devo muito, embora nunca saiberas disso,
porque sua partida não quer retornar, desvia os caminhos tão próximos
talvez porque também desejas tempo a mais,
o destino interceptou, o medo de prosseguir com futuros tão complexos
se deixou vencer...
Entretanto, todas as vezes que cruzo com a porta que amei,
douro-a de loiros e brilhantes, porque sei que através dela,
vivi a mais esperançosa e mais feliz de todas..."

Estou começando a notar que minha percepção anda aguçada, sempre notando algo novo, descrevendo as psiques dos personagens que me rodeiam, porque as vezes, tem gente que faz e nem sabe porque, fala sem saber o que diz e ama, ama sem saber o que é amar....
As vezes me sinto como na imagem, sozinha e num quarto escuro, será que um dia, as coisas irão mudar? O que me adianta entender a alma alheia se da minha, nem sequer encontro definição?

Deixo a imagem valer por mil palavras que poderia descrever..."
Felicidade

"Olhas para trás e vês as barreiras ultrapassadas,
Em tua frente, um sem fim de estradas desconhecidas,
Atalhos árduos, aprendendo com as experiencias.
Miro em teus olhos brilhantes - sonhos que te iluminam;
Observo o suor a escorrer em tua face - o trabalho para tuas conquistas;
Calos enfileirados em tuas mãos - garra, esforço e coragem...
Rugas que teimosamente vão aparecendo com o tempo,
Horas passam e passos cantelosos, corridos, apressados
conforme teu pressentir indagar, ousar...
Te oferto ´palavras soltas´ em homenagem,
seguro tuas mão, congratualando tuas realizações,
Penso e faço tudo ao alcance, para que tenhas muito daquilo que desejas,
sonhos, barreiras, conquistas, realizações - indepedencia,
saude, felicidade, amor.... - essenciais,
A ti tudo, e principalmente minha admiração....
Parabéns...."
Alma...Brilho...Sorrisos...

"Sorrio como toda gente, sem ao menos perceber-me disto,
vibro quando sinto nossos passos indo de encontro,
o por que da encruzilhada? o por que de sentir?
Não sei, mais sinto um pouquinho da minha alma contigo.
Sorrio ante teus olhos que ainda não volveram minha face,
e então cabisbaixa fico em sua frente, mais meus olhos te vêem
por mais que tente disviar, por mais que tente esconder ao olhos alheios...
minha alma festeja com lembrança do seu olhar que brilha,
do seu riso, tão jovial tão sincero, que ecoa em minha alma,
e quando me vês na ´multidão´ apenas olha e brinca com a outra gente,
mas a alma sabe o som do seu sorriso e o meu sentir
percebe seu olhar que brilha...
brilha...
alma que é toda de luz... e brilha,
sinto a alma viva contigo, porque a distancia
vejo o brilho refletindo a verdade...
e eu sigo meus passos sozinha...
sobre a areia, sobre o asfalto
ouvindo sons de sorrisos e palavras na alma,
enquanto o brilho me guia, enquanto a alma vivencia
todos os momentos..."
Existência

"Corri por entre montanhas de subterfugio em mim...
aqui.... acolá... e sempre indagações... sempre palavras dubias
que me faziam pensar, me fazeram ser o que literalmente sou.
Aprendi a pegar a linha pelo meio, e chegar ao que levou a isto,
analisando, observando e, sem querer traçando as resenhas de um final
(nem sempre com sorrisos)
Conheci o lado intuitivo, comecei a prestar atenção, nas frases antigas,
de grandes filósofos, de outras pessoas que só se saciam escrevendo...
Apaixonei-me em ser análoga em mim mesma...
Aprecio o dom do descobrir-se caminhando,
aprender-me através dos ápiced de sentimentos e emoções que rondam
diariamente, sem as vezes, nos darmos conta do quanto dizem de nós.
É por isso que não quero explicações, a lógica deve ser explicada e,
convenhamos, não existe lógica no ser.... porque somos o que cotidianamente fazemos,
e mudar hábitos, mudará a si mesmo e mudará o próximo.... enfim,
a lógica de tudo, é não ter lógica, não querer respostas exatas, linhas sem horizontes laterais,
Quero o sabor de cada curva,
Sentir o gosto de cada ferida,
Sorrir a felicidade só minha, só tua e de toda gente,
Quero não saber onde piso e nem em que direção seguir,
Quero ser vento, sem destino e ter existencia,
análoga, metafísica, lugibre, comida, poeta...
Uma vida de emoções em descobertas ocultas....
Quero abrir os olhos enquanto durmo e descobrir o sabor das nuvens
em que teimas dizer não ser de algodão-doce,
se não sonhas, ao menos deixe-me sonhar, com meu mundo que não mundo,
mais sim existência.... vidas que se cruzam, sabores, sons e cores...
Pra você, felicidades de dia, boa noite para adormecer...
A mim, por-do-sol e uma lua toda minha,
porque sonhar e viver, é aquilo que se é dentro e não definições lógicas...
A todos, sincronismos de descobertas.
A emoção de (re)descobrir-se a cada instante
Palavras Soltas

"Palavras que vão soltas, vão se ao veu
de um vento qualquer... de uma direção desconhecida,
redemoinhos, caça-palavras soltas ao mundo.
Solto eu as minhas linhas ao desconcertar d´alma,
do açúcar reconfortante de expelir os pensamentos,
Incito os sentimentos a se expor e,
feitos correntes, se ligam em palavras, e vão cirandando
e vão resumindo um pesar, um suspiro, uma vida em palavras...
Me deixo então levar pelas palavras soltas d´alma,
a perambular pelos teus olhos,
a fazer cócegas em teus ouvidos,
a deixar fluir tuas palavras, que ás vezes soltas em releitura [respostas]
ou em teu silêncio, só a ler e pensar, viver e refletir,
encontrando-nos nas esquinas de um redemoinho qualquer..."
"A distância entre você e eu
não pode ser medida pelos passos que tomam rumos diferentes,
nem pelas palavras que timidamente não ousamos expor,
mais pelo sentimento que mais parecido compartilhamos,
e mais distante nos mantemos para que,
nem o luar, nem palavras...
A união de mim e você,
não pode ser sentida pelo mundo,
nem tão menos pela sincronia d´alma,
somente pelo suspiro estremado quando nós damos as costas,
quando olhamos, mudos, a mesma direção,
sem ao menos sabermos onde nos encontramos...."
m casal, recém-casados, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou atráves da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:

- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!
- Está precisando de um sabão novo.
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer
que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.

Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos!
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer
que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um tempo a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:

- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, Será que outra vizinha ensinou??? Porque eu não fiz nada.

O marido calmamente respondeu:

- Não, hoje eu levantei mais cedo
e lavei os vidros da nossa janela!

E assim é.
Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos.

Antes de criticar,
verifique se você fez alguma coisa para contribuir,
verifique seus próprios defeitos e limitações.
Olhe antes de tudo, para sua própria casa,
para dentro de você mesmo.
Só assim poderemos ter noção
do real valor de nossos amigos.

Lave sua vidraça.

Abra sua janela.
oguei palavras num areal de emoções
De tão loucas sensações,
Insensatez a minha querer domina-las
E transcreve-las em papel
Esgotei-as todas pela saudade
O que eterno seria apenas se marcada
N¿alma, traduzindo toques.
Rasguei-lhe as folhas todas já escritas,
Agora rumo apenas no
Viver literal, sem gramática
E sem correções para o papel
A alma aprende a auto correção um dia
Apenas um dia, enquanto isso, viver é lei !
Sobrescrevo sobre o tempo como
Se dele fosse amigo,
Esqueço os anos que ele acrescenta,
As experiências todas que concede,
As linhas do tempo que marca relevos
Na face, nas mãos... enfim,
Olho o horizonte e vejo púrpuras,
Procuro em seus arquivos e lá esta,
Desde os primeiros passos até as
Grandes realizações.
Fases que sempre marcaram não só
Uma época da vida,
Mas o amadurecimento do viver
Os ¿aprenderes¿ transpostos sobre as
Razoes e emoções, sentimentos
O sorriso do presente ante cada
Passo furtuito, sonho realizado
No crescer e aprimorar em cada
Não, nos obstáculos que decorreram
Até a superação, hoje de forma
Amigável a sua presença
Dos desejos e do futuro que estão
Sendo escritos pelo teu caminhar,
Maduro, amigo, sincero...
De tantas palavras, um sentido
Que você trilhe seus passos
Na direção que escolher e que nela
Esteja além dos meus e de todos,
Os desejos de Felicidades,
A sua Realização
"Rasgou-me em sons estridentes
os surdos lapsos de memória
de desejos caminhantes de estrada,
Corri com os pés descalços nos
cacos de vidro feito diamantes
quando vi, no papel alvo do futuro
o sangue colorido do viver.
Morri a cor preta e fechei o verde nos olhos
sucumbi uma veste perdida e
ergui ¿me por meio as ruínas
Do que importa o passado já passado
se no passo seguinte o pe já calejado
não sente a surpresa do ataque
apenas o dolorido descolorido da ilusão
Acostumei deixar palavras no meu sangue
letrando os passos já idos
e puxando mesmo sem notar
a bobina que busca lacunas futuras
para escrever de novo, um rumo novo
Rumo de tantas direções e eu sigo
de olhos fechados, apenas sentindo
A vida e as cores que
desenho através das sensações..."
Nem sempre as palavras puderam suprir minha necessidade de sentir silenciosamente, assim como toda minha vida de palavras que falam por mim.
Nunca soube perguntar as questões instaladas no meu cotidiano, mesmo as pequenas curiosidades e assim, vivi sempre a procurar sozinha as respostas, nem sempre vitoriosa.
Jamais pude provar do amor de sorrisos infinitos, colhi apenas efemeridades e, a companhia constante da solidão. Alimentei sonhos colhendo ilusão, formulei teorias sobre relação sem jamais pô-las em prática, mais por falta de companhia do que por vontade, porém as vivi intensamente...
Passei a vida oferecendo amizade aos que se chegavam, brindando torcidas, secando tristezas, confortando nos ombros, entretanto, nunca conheci a recípocra verdadeira.
Silenciei a cada calunia que destruía a imagem que a vida toda construí em meio as amargas experiências, as sorrisos de soslaio, sem gritar, sem exigir explicações. Silenciarei até que as vozes se cansem de rir à mim... Não pela propagação dos meus feitos mas pelo falso puritanismo das pessoas.
Ainda assim, tentei e mesmo fracassei, desiludi e não quero ser lembrada pelos erros que abrem feridas, erros que sangram, erros de ferida exposta e sim, através dos erros (não importo que sejam erros afinal) que me fizeram crescer...
Hoje, já não espero muito de nada... aprendi o sabor da lágrima, senti o caminho que o sangue percorre após o ferimento, já enxergo no escuro da solidão, e embora a luz demore a aparecer, vou seguindo, como quem passa pela vida marcando não a historia, mas escrevendo nos muros do ser, as sensações que vou tento pelo caminho......
"Tudo começa (ou recomeça?) meio sem foco, entre os lençóis. A luz no quarto é difusa, como os pensamentos. Voltar... pensa em voz alta. Voltar é um ato de coragem?..."
coragem em palavras soltas no momento do grito de prazer nas bocas
ditas em palavras e silencio da noite
P.S.: Queridos amigos, o tempo anda escasso para textos e visitas, mas o carinho continua e o Palavras Soltas aguarda tempos melhores para textos e eu, para me deliciar nos textos alheios, saudades sempre.
Beijo grande
O que sentir?
O que esperar?

O que dizer?

O que sentir?



Dentro do meu peito sinto um nó. Na minha cabeça revejo mil e um momentos que me obrigam a soluçar.

Guarda-vos dentro do meu peito e hei-de sorrir sempre com vocês.

Vocês alegram-me, satisfazem-me, realizam-me, ultrapassam-me.

Perco-me no vosso olhar e derreto-me com o vosso sorriso.

Gosto de vos deixar livres, adoro quando correm para me abraçar.
O que esperar?

O que dizer?

O que sentir?


Muita, muita alegria… de vos ter por perto!


Avizinham-se dias cheios de calor, cheios de energia, repletos de satisfação.
“A vida é o que fazes com ela.

Acredita em sonhos, em desafios, em metas, mas mais importante: acredita em caminhos.

Invulgares, próprios ou comuns…

Aqueles em que te reconheces.

São eles que te fazem chegar.

Acredita.

Sonha.

Corre atrás.

Faz acontecer palavras soltas”
É o riso, é a lágrima
A expressão incontrolada
Não podia ser de outra maneira
É a sorte, é a sina
Uma mão cheia de nada
E o mundo à cabeceira

Tudo muda, tudo parte
Tudo tem o seu avesso.
Frágil a memória da paixão...
É a lua. Fim da tarde
É a brisa onde adormeço
Quente como a tua mão
Palavras Soltas Por Aqui...
Palavras que precisam de ser ditas... palavras que dão um nó na garganta... palavras que tenho de escrever para aguentar.... Palavras e sentimentos que desconheces.... Que vais desconhecer para sempre... Pq não te quero dizer... Apenas quero escrever...
Já não sei quem és
já não sei quem és para mim
se não for demais... lembra-me de nós.
Já não sei quem és
já não sei que faço aqui
se não for demais... lembra-me de nós.
Lembra-me dos sítios onde andei,
do que passei contigo
Lembra-me os momentos que guardei,
não tenho lembranças
Lembra-me dos dias em que vivi
Lembra-me as promessas que te fiz.
Se não for demais lembra-me de nós.
Margarida Pinto, Lembra-me de nós
/ Prometo voltar... em breve... até lá !
Lembras-me? ... a falta de memória pode chegar a ser permanente...!
Dentro de mim há tanto de ti... Só te queria arrancar. Porque esse teu sorriso... Esse teu olhar... Desarma-me.
E tonta, coro. Matar-me a mim é a matar-te a ti, e eu somente te quero apagar! Mas a borracha nunca chega á folha e permaneces aqui...

Desculpa se... não sou o que queres, nem tão pouco o que mereces... se não sou o que desejas, nem sequer o teu sonho...
Desculpa-me se... não sou a ideal, se choro, se fujo, se respiro por ti, se vivo para ti, se olho e se sorrio para ti.
Desculpa-me se, como agora, te ignoro quando me sinto frustrada, de mãos e pés atados.

Desculpa-me quando não atinjo a perfeição, quando estou longe de te alcançar, quando o sorriso é falso e saí torto,...


As recordações voam... Voaram-me ao pé e em curiosidade apanhei-as... Revi-as! Via-te lá triste. Não sabia que existias. Agora, que os tempos são outros, tudo mudou. Vejo-me triste... Lembro-me que existes. Vejo-te feliz. Não te lembras que existo!


- O que sou eu para ti? – pergunta-lhe ela.

- Tu? Nada! Pelo que esperavas? És o meu objecto. A que já me ensinou a sonhar, mas também a quem me ofereceu a dor. Não prestas! Desaparece! – Auto-tortura-se na respostas dele imaginadas.

Não te cria perder. És o meu resto de terra e céu. O que me tira os pés do chão, e o que em instantes seguidos mos põe assentes de novo.

Não te quero perder. Sem ti a minha nuvem cor-de-rosa deixaria de existir. O meu mundo já está a teus pés. E agora? Que mais queres?

Se quiseres eu vou… eu parto! Vou para bem longe e prometo, eu, prometo-te nunca mais voltar!... Se assim o quiseres…
Nunca me voltarás a encontrar! Já não nos vamos cruzar num beco escuro em que a temperatura sobe. Não te vou abandonar… Apenas vou embora!... Se o quiseres…

Antes de ir digo-te baixinho: “ – Gosto muito de ti. Jamais te esquecerei, e por hoje, faz de mim o que quiseres. Tem-me, deita-me fora, utiliza-me ou simplesmente deixa-te ficar quieto a olhar para mim. “
Não fale...


Não fale de música... CANTE
Não fale de tristeza... ESPANTE
Não fale de flores... PLANTE
Não fale de amor... ESPALHE
Não fale de ódio... SE CALE
Não fale de de guerra... COMBATA!
Não fale de Deus... SINTA
Não fale de paz... SEMEIE
Não fale de luz... CLAREIE
Não fale de dor... CAMINHE
Não fale da vida... VIVA
Não fale de você... SEJA.
oi então que eu acabei cruzando a estrada de palavras soltas que caminha com seus passos encantados, de palavras doces e comecei a lê-las diariamente até me convercer de deixar um contato, e claro que só consegui através de releituras, que resultou em troca de mensagens e quem me indicou o caminho para adicionar os coments. Em uma ano a vi mudar de estradas reais e virtuais, a falar de teclas, sois, praias,mundos,sonhos e amor....